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No Templo de Hatshepsut...
A primeira mulher a se tornar Faraó da Décima Oitava (18°) Dinastia do Egito. Sim, decidimos simplesmente nos perder na grandiosidade daquele templo, sem a necessidade de buscar por algo que estivesse diretamente relacionado à nossa "primeira observação", ou aos nossos "códigos". Afinal, estávamos ali para viver a experiência, para apreciar cada detalhe daquele local, e não para nos manter naquela busca constante que já começava a nos deixar um pouco cansados, o que, de certa forma, estava impactando a diversão genuína da visita.
Por isso, decidimos aplicar este mesmo procedimento ao Complexo de Luxor, incluindo Karnak. Assim, o que estava se tornando mais uma exploração do que uma diversão, agora retornaria ao seu ponto original.
Entretanto, como é comum em nosso dia-a-dia, o imprevisto sempre acontece... e, diante de tudo o que já havia acontecido naquela viagem, essa certamente não seria uma rara exceção! Pois não demorou muito para que fôssemos novamente arrastados para nossa nova jornada de descobertas, ao nos depararmos com algo surpreendente neste templo.
Mencionamos "nova", pois, além da confirmação inequívoca de que algo muito maior estava em jogo, com tudo sendo transmitido de "geração para geração", já tínhamos também a certeza absoluta de que aquilo que encontramos em Abu Simbel era certamente um "complexo algoritmo", ainda em formação. Portanto, na próxima etapa da nossa jornada, vamos mergulhar mais fundo nessa nova descoberta, que certamente nos levará a um novo nível de entendimento, colocando-nos mais uma vez na estrada da nossa já exaustiva, porém fascinante, busca.
Foto crédito: Our records - Hatshepsut Temple - Luxor (Deir el-Bahari) - Egypt - 2004.
Referência: Hatshepsut (Tyldesley, Joyce. "Hatshepsut".
Encyclopedia Britannica, 23 Jun. 2023, https://www.britannica.com/biography/Hatshepsut. Accessed 24 June 2023.) /
Hatshepsut Temple (Mark, Joshua J..
"The Temple of Hatshepsut." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 18 Jul 2017. Web. 24 Jun 2023.).
Pois bem... quando estávamos andando por este templo, observando atentamente tudo ao nosso redor, mesmo sem a necessidade de encontrar algo, sim, percebemos mais uma vez que talvez estivéssemos diante de uma nova e importante pista. O mais interessante é que, no Templo de Edfu, passamos pela mesma situação, onde nos deparamos com a mesma pista. Porém, lá, diferentemente deste Templo de Hatshepsut, apenas tiramos uma foto (pequena foto no canto superior direito... observe) e seguimos em frente, sem perceber a exata relação que agora estava diante de nós.
OK... então, o que nos fez agora mudar de ideia e adicionar esse novo código?
A resposta é simples... apenas um sentimento, algo que agora nos ocorreu, mas que em Edfu não!
Algo internamente nos disse que aquele não era apenas um novo código, mas algo muito importante! Apesar de não se encaixar "visualmente" com tudo o que até aquele momento havíamos reconhecido. No entanto, tivemos a clara sensação de que precisaríamos daquele "código" ao longo de nossa jornada! Então, sem hesitar, tiramos essa foto e rapidamente a adicionamos à nossa lista de códigos. Portanto, este seria o nosso quinto (5°) código, mesmo sem sabermos ainda qual "cenário" ele se encaixaria, já que destoava de tudo o que estávamos encontrando.
Agora, sobre este novo código nesta imagem... OK, talvez seja um pouco difícil de visualizar. De qualquer forma, vamos mostrá-lo mais de perto no próximo passo. Mas observe, desta vez, vamos apresentar claramente a sua identificação: é o conjunto de asas com serpentes, que vemos ao redor do círculo central, bem no topo da coluna. E perceba que, na foto tirada no Templo de Edfu (Santuário de Horus), este código, fica muito mais evidente, com dois (2) conjuntos ao centro, no topo, um embaixo do outro.
Foto crédito: Our records - Hatshepsut Temple - Luxor (Deir el-Bahari) - Egypt - 2004. / Small Foto crédito: Our records - Edfu Temple - Edfu (Sanctuary of Horus) - Egypt - 2004.
Não muito melhor, mas foi o máximo que pudemos fazer em relação à foto!
No entanto... acredite, olhar para este código de perto não trará nada de substancial além de nossa descrição ja realizada. Pois, nada que veio às nossas mãos muito facilmente, foi necessariamente simples de entender. Assim como está sendo agora para vocês, e como foi, sem dúvida, para nós durante a maior parte de nosso trabalho de pesquisa.
Sim, mencionamos "facilmente" porque foi fruto de um "sentimento interno" que decidimos acatar e aceitar como verdadeiro, e não de inúmeras observações e análises que tentávamos realizar em cada local em nossa busca por novas pistas e respostas.
Muito bem, como sempre, agora vem a pergunta crucial...
E o que este conjunto de asas com serpentes, com o círculo ao centro, pode ter em relação ao símbolo Ankh, que tem sido o foco de nossas percepções até agora?
Bem, o que podemos responder por agora é que... definitivamente tudo! Mas, desta vez, nós mesmos só conseguimos entender, não nove (9) anos depois, mas onze (11) anos depois, dois (2) anos após encontrarmos a resposta para o "complexo algoritmo" que havíamos identificado em Abu Simbel. Sim, levou muito tempo para compreendermos aquele simples sentimento que nos levou a incluir este conjunto como um membro pertencente aos nossos códigos, os quais, por sua vez, compuseram a cadeia relacionada ao algoritmo. Portanto, não se preocupem, pois exploraremos esses pontos com mais profundidade nas próximas etapas!
Só lembrando... após os nove (9) anos que levamos para decodificar e entender o "algortimo", levamos mais sete (7) anos para obtermos todas as revelações, evidências e conclusões necessárias!
Foto crédito: Our records - Hatshepsut Temple - Luxor (Deir el-Bahari) - Egypt - 2004.
Ok, a partir de nossa "primeira observação" já temos:
E agora...
Pois bem... vamos agora para o Complexo de Luxor, onde temos os Templos de Luxor e Karnak!

Muito bem, estávamos agora no Templo de Luxor, e já tínhamos cinco (5) códigos diferentes em mãos, ou pistas, se preferirem. Esses códigos, sem dúvida, se conectavam como um "complexo algoritmo", onde tudo poderia estar intimamente relacionado ao "símbolo Ankh".
No entanto, vamos observar um ponto crucial sobre esse complexo relacionamento...
OK, voltando... chegou a hora de darmos uma boa olhada naquele templo impressionante para ver se encontrávamos algo de novo!
E... para nossa não surpresa, nada de particularmente novo foi encontrado. Contudo, em todos os lugares, encontramos quatro (4) dos cinco (5) códigos já listados. E um (1) deles, em particular, notamos que era mais comum ser encontrado exclusivamente dentro de tumbas. E mais... o último código que incluímos (aquele com as asas) também estava presente por lá, mas geralmente o encontramos sobre portas ou portais, sempre "destacado", acima de tudo e de todos... realmente interessante!
Assim, sem nada novo a ser revelado e com o tempo apertado, nossa próxima parada foi o Templo de Karnak.
Vale ressaltar que... sabemos que este símbolo egípcio, e estamos falando agora do nosso código de número 5, sim, na grande maioria das vezes, deve aparecer sobre portas e portais, sempre em destaque. Portanto, aqui, estamos apenas reforçando o que já é amplamente reconhecido por especialistas. E acredite... nossa atitude aqui, tem uma boa razão! Vamos em frente!
Foto crédito: Our records - Luxor Temple - Luxor - Egypt - 2004.
Referência: Luxor (Drower, Margaret Stefana. "Luxor". Encyclopedia Britannica,
26 Jan. 2023, https://www.britannica.com/place/Luxor. Accessed 28 June 2023.).
Sim, em Karnak, a situação se repetiu: encontramos nossos quatro (4) códigos em todos os lugares, e apenas um (1) deles, curiosamente, era muito raro (como já mencionamos, esse código é mais comumente encontrado em tumbas). No entanto, dois (2) fatos impressionantes aconteceram... um sobre Hatshepsut, e outro sobre o Grande Akhenaten. E isso, sem dúvida, mudaria a forma como enxergaríamos toda a nossa próxima jornada.
Portanto, agora é fundamental que você compreenda, um por um, e em detalhes, o que realmente aconteceu. E para isso, vamos começar com uma das figuras mais enigmáticas e fascinantes da história do Egito, a grande Hatshepsut!
Foto crédito: Our records - Karnak Temple - Luxor - Egypt - 2004.
Referências: Karnak (Drower, Margaret Stefana and Dorman, Peter F.. "Karnak".
Encyclopedia Britannica, 19 Nov. 2019, https://www.britannica.com/place/Karnak. Accessed 28 June 2023.) / Karnak
(Mark, Joshua J.. "Karnak." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 16 Sep 2016. Web. 28 Jun 2023.).
Agora, vamos retornar ao assunto... e vamos falar de Hatshepsut, através deste obelisco que foi erigido em seu nome, e encontra-se no Templo de Karnak. Portanto, vamos analisar em apenas três (3) etapas, os hieróglifos dispostos em sua base (verticalmente), e faremos isso da mesma forma que fizemos na data de nossa visita, visando assim, apresentar a todos, como interpretamos essas inscrições naquele exato momento, e também, o que tínhamos em mente, diante de nossas inovadoras convicções:
Observem bem, seremos mais claros... não estamos nos referindo à mensagem completa deste obelisco, mas, à "parte final", aquela que, com certeza, deveria expressar algo grandioso sobre Hatshepsut, como gradiosa estava sendo a realização desta obra arquitetônica de tamanha magnitude.
Portanto... com a inclusão de nossa nova interpretação, este final, que inicialmente parecia simples e comum para um obelisco tão imponente, poderia agora adquirir uma proporção muito maior, caso, é claro, conseguíssemos decodificar o "algoritmo" encontrado e iniciado em Abu Simbel, dando sentido ao que vimos nos hieróglifos.
Agora, apenas uma pausa... sim, uma pequena pausa para respirar e assimilar, porque certamente foram muitas as informações, e mais abaixo ainda virão... portanto, não tenham pressa!
Seguimos...
E logo com nossa pergunta habitual... conseguiram entender o que estamos querendo explicar? Percebam que... compreender as informações acima, é de extrema e vital importância! Portanto, vamos tentar esclarecer ainda mais, não somente o cenário acima, mas, todo o cenário até agora envolvendo esta pesquisa! Portanto, por favor, acompanhem com a atenção redobrada...
Vamos lá...
Nossa "primeira importante observação", nos conduziu a uma interpretação diferente sobre o símbolo Ankh... e até aqui, sim, imaginamos estar tudo muito claro! E, com isso, esse símbolo assumiu novas e amplas proporções...
bem, achamos que aqui também, sem nenhuma dúvida!
Mas, por outro lado... observem bem o que vamos falar... este mesmo símbolo, juntamente com outras inscrições presentes ao seu redor (nossos códigos), ou seja, inscrições pertencentes ao mesmo contexto (cenário), sim, estavam formando uma espécie de conjunto que, "juntos", poderiam prover um total sentido à nossa "nova interpretação". Ou seja, este conjunto, uma vez reconhecido, poderia validar a nossa "primeira importante observação", de forma clara, e principalmente, coerente!
E então... ficou mais lógico agora? Esperamos que sim, se não, releiam este trecho acima se precisarem, mas principalmente, prossigam abaixo...
Portanto, esse nomeado "conjunto", caso realmente existisse, tomaria a forma de um "algoritmo", fato que comprovamos posteriormente, sendo este o motivo de nossas buscas posteriores. E isto significaria que... se não conseguissemos decifrá-lo, ou seja, ratificar sua real veracidade, nossa "nova interpretação" para o símbolo Ankh, sim poderia ser totalmente inválidada, e, até mesmo, a presunção de que existiria um algoritmo a partir deste símbolo (nossa observação), cairia por terra.
Agora ficou mais claro? Perceberam porque pedimos para respirarem logo acima? São muitas as informações, mas tudo gira em torno do mesmo eixo, onde, apenas buscamos outras pistas para sabermos se aquele conjunto ao redor do símbolo Ankh poderia realmente ser um complemento ao próprio símbolo. E isto se tornaria essencial, tanto para validarmos nossa "nova interpretação", quanto para legitimarmos a hipótese do próprio "algoritmo", proporcionando ao final, caso positivo, uma "nova dimensão" para o símbolo Ankh na história egípcia.
E finalmente, para concluirmos... foi isso o que aconteceu nove (9) anos depois, quando conseguimos decodificar este "complexo algoritmo". Algoritmo este, que nesta altura de nossa jornada no Egito, diante do obelisco de Hatshepsut, sim, já era um fato real a sua existência, e, estávamos apenas complementando-o com todas as informações possíveis, enquanto ainda estávamos em terras egípcias.
Ufa... ninguém disse que seria fácil, "compreensível", sim, mas fácil, não. E isso ocorre tanto para vocês, tentando entender sem que pudéssemos apresentar abertamente os fatos, quanto para nós, tentando transmitir algo que não pode ser facilmente explicado em palavras, e muito menos em meias palavras.
Bem, de qualquer forma, a sequência desses passos (+ 41 passos) revelará tudo sobre este entendimento, mesmo que estejamos sendo "convidados" a fazê-lo dessa maneira um tanto suscinta e misteriosa. Caso contrário, vocês certamente não estariam tendo esta oportunidade disponível na Internet (veja Passo 1 - "Antes de começar sua jornada").
Agora, vamos rapidamente falar sobre Akenathen, que nos trouxe mais um importante código, e este foi o último durante nossa viagem pelo Egito.
Foto crédito: Our records - Hatshepsut Obelisk (Karnak) - Luxor - Egypt - 2004.

Não mencionamos ainda, mas... especialmente em Luxor, assim como agora em Karnak...
Como também ocorreu no Vale dos Reis, foi necessário contratar um guia local para nos auxiliar em nossas visitas, considerando o tamanho desses locais e a vastidão das informações ali concentradas. Assim, em um ponto específico dentro de Karnak, este guia, com o objetivo de esclarecer o que víamos à nossa frente, compartilhou conosco algumas particularidades sobre o Faraó Akhenaten* e aquele local no templo.
Inicialmente, ouvimos atentamente, assimilamos as informações e continuamos com nossa visita. No entanto, à medida que avançávamos e relembrávamos os temas discutidos sobre Akhenaten, onde foi mencionada a religião imposta por ele à população, o culto ao "único deus", entre outros pontos. Aliás, abaixo apresentamos dois (2) links sobre Akhenaten, sua vida e sua religião. Continuando, também lembramos de uma imagem fascinante que retratava o próprio Akhenaten, sua esposa, seus filhos e o "único deus" (o deus Aten).
Assim, por pura curiosidade, decidimos verificar novamente entre nossos papéis, que sempre nos acompanham na mochila, para ver se conseguiríamos encontrá-la naquele mesmo momento.
Bem, não encontramos exatamente a imagem que tínhamos em mente, talvez porque não soubéssemos com precisão onde a havíamos visto. No entanto, encontramos outra, igualmente especial, que retratava uma cena muito semelhante. E para nossa surpresa... "Voilà!" Esta imagem nos revelou nossa sexta (6ª) e última pista, que será detalhada em nosso próximo passo.
* (Foto do busto de Akhenaten que tiramos no Museu de Luxor. Esta foto já responde a uma possível pergunta: sim, conseguimos tempo para visitar este grandioso museu. Por sorte, conseguimos!)
Foto crédito: Our records - The Great Akhenaten (Luxor Museum) - Luxor - Egypt - 2004.
Referência: Akhenaten (Peter F. Dorman, Britannica, The Editors of Encyclopaedia "Akhenaten".
Encyclopedia Britannica, Jun 22, 2023, https://www.britannica.com/biography/Akhenaten. Accessed 28 June 2023.) /
Akhenaten (Mark, Joshua J.. "Akhenaten." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 17 Apr 2014. Web. 28 Jun 2023.).
Sim, aqui esta a imagem que encontramos...
Proveniente da página 45 (imagem 50) do livro de fotos que compramos dentro do Museu do Cairo, chamado 'Obras-primas do Museu Egípcio do Cairo' (Primeira Edição 2004 - Publicado por Farid Atiya Press). Pois, não eram permitidas fotos dentro do museu naquela época.
Onde, esta imagem nos apresenta principalmente o rei Tut e sua esposa, e, é claro, o deus Aten (o único deus mencionado por Akhenaten). E, para quem "não sabe" identificar o deus Aten... ele está logo acima, ao centro, representado pela circunferência (o disco solar) com raios saindo.
Portanto, se olharmos mais de perto, podemos perceber que, ao redor, algumas de nossas pistas surgem, assim como um novo código que prontamente o adicionamos à nossa lista, o último quando ainda estávamos no Egito.
E assim, de forma bem direta, pois ainda temos muito pela frente: terminamos nossa proveitosa e fantástica jornada por terras egípcias!
Foto crédito: Djehouty, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons.
OK, depois do Templo de Karnak, só tivemos tempo de ir ao Museu de Luxor, retornando ao nosso navio, de onde voltamos para o Cairo e, em seguida, deixamos o Egito. No entanto, nossa viagem ainda se estendeu pela Alemanha (Frankfurt), França (Paris), EUA (São Francisco), e, após, nosso retorno ao Canadá (Toronto), nosso destino final. Meses depois, mais precisamente em junho de 2005, iniciamos nossa pesquisa literária e técnica sobre o que havíamos coletado... fotos, documentos, anotações, nossos já conhecidos seis (6) códigos, e, principalmente, nosso "algoritmo" já formado e pronto para ser decifrado... se possível, é claro!
Assim... nove (9) anos após, já estando no Brasil a trabalho, e ainda tentando encontrar uma solução para o algoritmo, em agosto de 2013, finalmente encontramos nossa importante resposta. E... como em um perfeito "efeito dominó", começamos a encontrar várias outras possíveis respostas sobre diversos mistérios existentes em nossa história, o que acabou se transformando em uma "avalanche de informações".
Portanto, todas essas revelações, ou ao menos, uma parte importante delas, na sequência deste Timeline, as apresentaremos diretamente à vocês.
Assim, convidamos que vocês continuem seguindo esta jornada, que nos levou a tantos outros lugares, para verificarmos pessoalmente nossas descobertas e, principalmente, coletarmos importantes evidências!
Sugerimos agora que vocês deem um pequeno intervalo antes de começar uma nova leitura, releiam algo, se necessário, e só então, sigam em frente!
Agradecemos muito por chegarem até aqui!




