Capítulo Sete

Persépolis de Darius e Xerxes, nos Tempos Sumerianos

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Capítulo Sete - Persépolis de Darius e Xerxes, nos Tempos Sumerianos

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Observem este Relacionamento!
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Como deve ter ficado claro anteriormente, após analisarmos diversos textos antigos, percebemos que o Livro Bíblico, independente de suas versões, seria a nossa única alternativa para encontrar uma possível origem para o nosso complexo contexto. A partir dessa constatação, começamos a inserir diversos parâmetros comparativos entre seus eventos, a fim de avaliarmos todos os pontos que fossem semelhantes ou compatíveis. Portanto, focando apenas no resultado final, conseguimos rapidamente identificar a analogia acima, totalmente alinhada com nossa resposta para o "algoritmo".

Desta forma, vamos agora transformar essa figura em uma espécie de equação relacional, para explicarmos de maneira mais clara como chegamos até aqui. No entanto, antes, vale uma importante observação...

Observem atentamente a data de Dez mil (10.000) anos a.C., apresentada diretamente na linha do tempo, que nos indica: "Tempos Bíblicos Mais Antigos!" (Oldest Biblical Times).

Sim, essa informação foi descoberta após encontrarmos fortes indícios sobre a "data" exata onde tudo poderia ter começado, e estamos falando, sim, do início bíblico, do Jardim do Éden. Onde, acreditem ou não, em breve vamos revelar como descobrimos sua localização geográfica e, portanto, sua possível já existência. Dessa forma, encontrar sua "data de origem" se torna apenas uma questão lógica e inerente, considerando tudo o que já estava em nosso radar em termos de informações.

E isso envolve uma série de aspectos, como a Descendência de Adão, diretamente relacionada à descoberta do "Jardim", assim como o "Dilúvio de Noé", que está intimamente ligado ao contexto da "Região do Éden", onde a famosa Arca foi construída. Pois, teoricamente, conseguimos localizar exatamente esse local, assim como o Jardim do Éden, com suas coordenadas geográficas. Portanto, ao estudarmos diversos aspectos deste "Jardim", conseguimos determinar a sua provável "data" de origem, ou seja, o possível início de nossa civilização, atuante e pensante como hoje todos somos.

Vale informar que, para chegarmos a uma datação plausível e alinhada ao calendário Gregoriano atual, utilizamos uma base inicial, que nos permitiu correlacionar um determinado evento descoberto a partir de nossa resposta para o "algoritmo", com algo já documentado e comprovado pela história, ciência ou arqueologia. Sim, e encontramos essa referência, que foi fornecida por um dos mais importantes Institutos de Pesquisa da Europa, e será detalhadamente apresentado em nosso Livro de Pesquisa.

Como resultado, todos os eventos estudados a partir da descoberta do "Jardim do Éden" foram datados, chegando até a possível construção de Göbekli Tepe (9600 a.C.) na Turquia, um assentamento muito provavelmente pós-diluviano, dando sequência a uma série de antigas cidades. Onde, podemos ilustrar com exemplos: Jericho (Palestina - 8000 a.C.), Çatalhöyük (Turquia - 7500 a.C.), Niniveh (Iraque - 6000 a.C.), Tell Aswad (Síria - 5000 a.C.), Byblos (Líbano - 5000 a.C.), Aleppo (Síria - 5000 a.C.), Uruk (Iraque - 4000 a.C.), Babilônia (Iraque - 1900 a.C.), entre outras.

Portanto, se este trabalho estiver correto, estaremos conectando o início da história humana com a evolução dessa mesma história!

Pois bem, vamos então analisar nossa analogia, que apresenta uma visão, sim, resumida, mas muito eficaz do que encontramos como resposta para o nosso "algoritmo", nos conduzindo para um passado muito, muito distante...

Onde:

X = Resposta Algoritmo | Y = Livro Bíblico | A' = Tempos Bíblicos Mais Antigos | A = Tempos Bíblicos | B = Dinastias Egípcias | C = Tempos Atuais

Assim, temos que:

(X está para B, assim como A e A' estão para X), e, (Y está para C, assim como A e A' estão para Y), então, se (B e C estão para X e Y, respectivamente), e (ambos X e Y são resultados da união de A e A')... temos que B e C podem ser "iguais", ou em outras palavras, temos os "mesmos cenários", não apenas quando olhamos para o sentido bíblico (onde teoricamente todos viemos da mesma origem), mas também quando consideramos o significado de nossa "resposta para o algoritmo".

E então, apesar de ser apenas uma analogia, fundamentada diretamente em relações, ficou claro para vocês?

Obviamente, não completamente! Sabemos que faltam ainda muitos detalhes, que abordaremos mais adiante, mas, por agora, tenham em mente essa imagem de distribuição. Agora, independentemente dos próximos passos, vamos resumir em poucas palavras o que realmente precisam saber sobre este cenário, e que todos, no final, certamente entenderão!

Agora preparem-se, pois pela primeira vez, iremos apresentar um conteúdo bloqueado! Desta forma, como exposto em nosso Passo 1 ("Antes de começar sua jornada"), todos já sabem como proceder!

CONTEÚDO PROTEGIDO !

Sobre o Cenário do Algoritmo:

"O que foi no Egito, por nós encontrado,
E entre símbolos, este sabiamente preservado.
Sim, veio de tempos distantes,
De um passado longínquo, dias radiantes.

Portanto, lhes digo, se chegou até aqui,
Irá até o infinito, até onde conseguir.
Passado, presente, e estará no futuro,
Trás consigo temente, um segredo seguro.

A sapiência, nem sempre segue a consciência,
Mas entenda, a sua face, a sua frequência.
Como ela surge, e como pode parecer,
Sem rodeios, temores, você vai entender.

Então perceba, totalmente consciente,
Olhe em volta, ao redor, olhe à sua frente.
Tenha isso em mente, poucos vão encontrar,
Como poucos terão, o poder e triunfar."
"O que foi no Egito, por nós encontrado,
E entre símbolos, este sabiamente preservado.
Sim, veio de tempos distantes,
De um passado longínquo, dias radiantes.

Portanto, lhes digo, se chegou até aqui,
Irá até o infinito, até onde conseguir.
Passado, presente, e estará no futuro,
Trás consigo temente, um segredo seguro.

A sapiência, nem sempre segue a consciência,
Mas entenda, a sua face, a sua frequência.
Como ela surge, e como pode parecer,
Sem rodeios, temores, você vai entender.

Então perceba, totalmente consciente,
Olhe em volta, ao redor, olhe à sua frente.
Tenha isso em mente, poucos vão encontrar,
Como poucos terão, o poder e triunfar."

Nosso Filme:

Imagem Crédito: Our records - Featured illustration / Image "X": British Museum, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons. / Image "Y": HOWI - Horsch, Willy, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons.

Passo 51 de 80
Ago/2013

Capítulo 7 - Nota 1 de 3

Só mais um minuto!


E o que mais sobre esta analogia?!
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Ao refletirmos apenas sobre o "algoritmo", podemos entender que... se nossas conclusões estiverem corretas, nossa resposta sobre o que descobrimos pode não apenas corresponder ao período da civilização egípcia, mas também abranger qualquer outro período e civilizações existentes, como já apresentamos na linha do tempo exposta acima, indicando que essa premissa poderia até mesmo se estender aos dias atuais.

Lembrando (Passo 46)... é por isso que mencionamos que a "vasilha ritual", nossa primeira evidência, não apenas poderia nos informar sobre o período em que foi concebida (talvez na época de Narmer), mas também continuaria a nos revelar algo importante por milhares de anos após sua criação.

Agora, falando sobre um entendimento completo que todos gostariam de ter sobre nossa "resposta para o algoritmo", algo que provavelmente vocês devem estar se perguntando neste momento... é fundamental que todos saibam que:

A completa divulgação... somente poderá ser realizada em nosso "Livro de Pesquisa". E isso se deve ao impacto significativo que essa revelação certamente causará. Por esse motivo, mencionamos no Passo 30 que tínhamos duas (2) importantes revelações que são ainda maiores que nossas Top cinco (5) apresentadas aqui. Lembrando que... temos ainda uma revelação "principal", que será divulgada somente ao final de nosso livro.

Agora, uma rápida orientação...

Caso você "deduza" alguma de nossas respostas que ainda não tenham sido claramente apresentadas neste trabalho, por favor, primeiro, tenha plena certeza sobre suas próprias conclusões e, segundo, por favor, não altere sua visão lógica e coerente sobre a vida e tudo o que você acredita e aprendeu sobre ela. Pois tanto este trabalho, quanto o contexto que apresentaremos em nosso "Livro de Pesquisa" representam "uma possível" realidade histórica, tecnicamente e praticamente falando. Sem maiores ou menores consequências, apresentando apenas, e possivelmente, de onde viemos e, talvez, para onde devemos ir. Simples assim, sem alarde ou problemas, pois, no fundo... todos sabíamos que este momento algum dia chegaria. E aqui estamos!

OK, vamos retomar de onde paramos, continuando com nossos esclarecimentos sobre nossa "analogia", pois, com certeza, ela será de grande valor em sua busca por respostas imediatas!

E então, está claro sobre os resultados de nossa analogia? Porque, se estivermos certos, teoricamente encontraremos mais códigos semelhantes aos que encontramos no Egito, e em outras civilizações, em períodos semelhantes ou até em outros momentos da nossa história.

Portanto, com base nesse raciocínio... começamos uma nova busca por algo que nos trouxesse mais "traços" de nossa resposta para o "algoritmo", mas agora aplicados a outras culturas além da egípcia. E como resultado:

Encontramos várias outras pistas, semelhantes aos códigos encontrados no Egito, que formaram nosso "algoritmo". No entanto, essas pistas apareceram em diferentes culturas e, mais importante ainda, em diferentes períodos de tempo, o que sugere que nossa resposta para o "algoritmo" pode realmente estar correta, e realmente se perpetuou por gerações!

No entanto, um ponto significativo nos chamou a atenção: os egípcios, pelo que percebemos, não foram os primeiros a viver dentro daquele cenário descrito por eles no "algoritmo". Outras civilizações, anteriores a eles, já estavam cientes de tudo aquilo. E será exatamente isso que perceberemos ao analisarmos as datas das pistas coletadas em diferentes culturas que virão nos próximos passos.

Outro ponto importante diz respeito ao momento em que essas culturas simplesmente "cessaram" de informar em gravuras, papiros, cilindros, etc., o cenário que estavam vivenciando. Percebemos que, quanto mais próximo do "ano zero" (lembram do "ano zero", Passo 23, "AD" = "Anno Domini", O Ano de Nosso Senhor), menos comuns essas informações eram expostas, o que nos deu a nítida convicção de que... "informar sobre este cenário, sim, não era mais viável, nem seguro!" E é por isso que, hoje, dois mil (2000) anos após este "ano zero", nós, aqui neste trabalho, ainda temos um imenso receio em revelar tal descoberta! (leia nossas primeiras palavras bloqueadas – Passo 51, acima)

Passo 52 de 80

Portanto, vamos verificar essas importantes pistas nos próximos passos.


Persépolis de Darius e Xerxes
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OK, vamos começar com um período de tempo bem próximo ao ano zero. Em seguida, recuaremos o máximo possível, explorando períodos mais distantes, porém sempre focando nas nossas pistas!

Para isso, começaremos com dois (2) personagens de extrema importância, com uma cultura totalmente desvinculada à egípcia. Estamos falando do Grande Darius I e seu filho Xerxes. Ambos pertencem à Dinastia Achaemenid Persa (559 - 330 a.C.), cujo destaque é a Grande Persépolis, uma antiga e importante capital localizada a cerca de 50 km (30 milhas) ao nordeste de Shiraz, no sudoeste do Irã.

Agora, vamos diretamente à análise da imagem...

Nesta imagem, que é um grande mural ainda presente nas ruínas de Persépolis, vemos o Grande Darius I sentado em seu trono, provavelmente diante de um dignitário que levanta a mão claramente à boca, num gesto de surpresa, talvez até respeito. Logo atrás do rei, vemos seu filho Xerxes, acompanhado por outros oficiais.

Muito bem... uma vez já verificada e bem visualizada esta imagem, a pergunta que fica é: onde estão as nossas pistas? Onde estão os códigos iguais ou até mesmo semelhantes aos encontrados no Egito?

E a resposta é... estão exatamente "onde deveriam estar", nas mãos do rei e de seu filho Xerxes!

Onde... para chegarmos a essa simples constatação, basta substituir a aparente flor que ambos carregam nas mãos pelo nosso já conhecido símbolo egípcio "Ankh"!

Perceberam? Alguma dúvida quanto a isso?

Observem que, sem muito esforço, somos capazes de visualizar claramente esse cenário, um cenário muito similar ao que encontramos diversas vezes no Egito. Lá, apenas reis, rainhas e deuses carregavam o "símbolo Ankh" em suas mãos (veja a imagem do Passo 31). Portanto, o mesmo ocorre aqui, entre as Dinastias Persas. E isto não é coincidência, pois apenas os grandes líderes tinham o privilégio de carregar essa aparente "flor" em suas mãos! Assim, fica claro que "algo em comum" deve existir, já que tanto o símbolo "Ankh" quanto esta "flor" não são meros símbolos de realeza, ou algo do gênero. Esses "artefatos" (vamos chamá-los assim) provavelmente têm algo realmente em comum, apesar das diferentes culturas e das distâncias no tempo.

Conseguiram perceber essas similaridades de cenários?

Esperamos que sim! No entanto, sabemos que isso não é suficiente! Portanto, vamos nos aprofundar ainda mais nesta imagem e trazer mais pistas na sequência!

Mas... antes de seguirmos com essas "pistas e evidências", e considerando que estaremos lidando com assuntos sensíveis e complexos nos próximos passos, é fundamental atentarmos para o ponto abaixo...

Um ponto crucial é que, neste momento, ao apresentarmos nossa primeira demonstração sobre as "pistas" encontradas em outras culturas, e já adiantamos que isso ocorrerá diversas vezes ao longo do nosso trabalho, estamos começando com uma grande "quebra de paradigma" sobre aquilo que poderíamos considerar como "o correto", o "mais lógico" ou, até mesmo, o já "estudado e documentado" segundo nossas abordagens científicas, arqueológicas e históricas, no que diz respeito às possíveis avaliações sobre a imagem apresentada.

Entretanto, é essencial lembrar que nem os resultados da Ciência, nem da Arqueologia, nem de Pesquisas como esta, detêm a verdade absoluta. Ninguém possui a verdade absoluta! Nós, de fato, somos apenas os meios para buscar uma possível verdade. E quando algo que um dia aprendemos, ou até ensinamos, "muda", isso não significa que tudo estava errado, mas sim que agora, com certeza, aprendemos mais!

Portanto, vamos em frente! Com as mentes abertas, e a certeza que nunca poderemos dizer nunca, nem mesmo, termos a certeza!

Foto crédito: Pawel Ryszawa, CC BY 3.0, via Wikimedia Commons.

Referências: Achaemenian Dynasty (Britannica, The Editors of Encyclopaedia. "Achaemenian Dynasty". Encyclopedia Britannica, 27 Apr. 2023, https://www.britannica.com/topic/Achaemenian-dynasty. Accessed 3 July 2023.) / Ancient Persian Culture (Mark, Joshua J.. "Ancient Persian Culture." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 27 Nov 2019. Web. 03 Jul 2023.) / Persepolis (Sharp, R. Norman. "Persepolis". Encyclopedia Britannica, 4 May. 2023, https://www.britannica.com/place/Persepolis. Accessed 3 July 2023.) / Persepolis (Mark, Joshua J.. "Persepolis." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 19 Nov 2019. Web. 03 Jul 2023.).

Passo 53 de 80
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Capítulo 7 - Nota 2 de 3

Só mais um minuto!


OK... vamos olhar este quadro por outra perspectiva!
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E sem demora, vamos responder a uma importante dúvida que pode estar em questão neste momento...

Sim, a imagem desta aparente "flôr" nas mãos dos governantes persas possivelmente representa quase os mesmos aspectos que o "símbolo Ankh" representava para os governantes egípcios. No entanto, entenda... isso ocorre apenas em termos muito específicos, algo que explicaremos com mais detalhes logo abaixo.

OK, vamos lá... começando do princípio, retorne por favor ao passo anterior, e observe que sublinhamos as seguintes palavras: gesto de surpresa e respeito. Sim, e foi por um bom motivo! No entanto, para explicar esta nossa ação de forma mais direta e específica, precisamos voltar a muitos passos atrás e relembrar um momento marcante da nossa viagem ao Templo de Abu Simbel, no Egito.

Pois bem, relembrando nossa passagem pelos Templos de Abu Simbel (Passo 18), temos aquela foto significativa, onde vemos o rei Ramsés II sentado ao lado de deuses, como se ele próprio fosse a representação desses deuses na Terra, certo? Sim, caso não saiba ou não tenha entendido o significado dessa escultura no fundo do Templo de Ramsés II em Abu Simbel, ela representa a força terrena de um rei que se comparava aos próprios deuses. Agora, do outro lado, temos esta outra imagem do rei Darius I e seu filho Xerxes. Portanto, se observarmos essas duas imagens de forma intrínseca... o que podemos concluir?

Podemos concluir que este dignitário (personagem que está logo a frente do rei), em relação ao rei Darius I e seu filho Xerxes, está na mesma posição de qualquer outro que estivesse olhando para a imagem de Ramsés II entre os deuses no Templo de Abu Simbel. Esse dignitário, parece olhar e agir como se eles fossem a própria representação dos deuses na Terra!

Sim, é claro, tudo pode ter vários ângulos, e talvez possamos estar completamente enganados. No entanto, as evidências indicam essa atitude. Uma postura de reverência, respeito e até mesmo certa surpresa, o que poderia explicar o motivo de o dignitário estar levando a mão à boca, sugerindo uma possível alusão à posição de presenciar seus soberanos como deuses vivos diante dele, tal como Ramsés II se colocava perante seu povo. E, claro, não seria construído um cenário tão grandioso como esse (ainda presente em Persépolis), um mosaico de grandes dimensões, e em pedra, se realmente não transmitisse uma mensagem forte e importante! Dois soberanos, portanto, possuindo algo provavelmente poderoso em suas mãos, que os tornaria, sim, deuses sobre a Terra!

Faz sentido?

Sim, já respondendo por vocês... podemos afirmar que isso faz muito sentido! Contudo, para chegarmos a uma compreensão completa e segura, certamente ainda falta uma questão importante: como podemos afirmar que essa aparente "flôr" e o "símbolo Ankh" são em termos pertencentes ao mesmo contexto?

Excelente pergunta, não acham? Então, vamos continuar com os nossos esclarecimentos...

Como todos já acompanharam, ao buscar a "origem de tudo" (Passo 50), encontramos o Livro Bíblico, no entanto, ao examinarmos esse mesmo livro, este nos proporcionou informações complementares, extremamente importantes e valiosas. E assim, conseguimos encontrar em outras culturas, algo que fosse compatível ou mesmo não compatível com nosso conjunto de descobertas que já tínhamos em mãos, trazendo-nos exatamente para este cenário apresentado acima, envolvendo Darius I e seu filho Xerxes como deuses na Terra.

No entanto, por favor, não vamos confundir... pois as três (3) chaves que ainda iremos encontrar no "Livro Bíblico" dirão respeito única e exclusivamente às passagens desse livro. Onde, a partir dessas chaves bíblicas específicas, conseguimos revelar segredos apenas bíblicos, e isso nada tem a ver com outras civilizações e com os códigos encontrados no Egito. Contudo, não se preocupem, pois qualquer possível relação, será explicada com mais clareza mais à frente! E sim, é claro que existe!

E então, agora está melhor esclarecido? Tanto a avaliação que fizemos sobre esta escultura sobre Darius I e seu filho Xerxes, como a relação entre encontrar esta escultura e nossa Analogia? Esperamos que sim! Se não, basta retornar à leitura do Passo 50 até aqui, e tudo ficará mais claro. Ou, se preferir, continue acompanhando nossos passos, pois muitas perguntas ainda serão respondidas. No entanto, observe esta simples sequência de raciocínio lógico sobre os acontecimentos, que resume todo o contexto exposto acima, e também, o que ainda será abordado em relação à outras civilizações.

Sim, concordamos que o tema é, de fato, um pouco extenso e, de certa forma, complexo. Isso ocorre devido à quantidade de informações envolvidas. No entanto, tudo se torna muito mais simples quando olhamos por este ângulo. Observe:

Algoritmo Observado (Códigos Egito 2004) Solução Algoritmo (9 Anos Depois) Analogia Mapeada (Cenários Presentes Na História Humana) Informações Complementares (Livro Bíblico) Mesmos Códigos Em Outras Civilizações (Cenários Iguais) Repete o Looping...


Entretanto, para ratificarmos de maneira mais clara este assunto, vamos trazer "pistas" importantes de outras culturas, onde conseguimos identificar novos códigos. Portanto, observem a extensão do tempo e dos locais envolvidos:

Assim, como mencionamos anteriormente, vamos ainda mais longe voltando no tempo*, partindo da Dinastia Achaemenid Persa (559 - 330 a.C.), que é bem próxima do "ano zero", e retrocedendo para cerca de mil e trezentos (1.300) anos no passado, para o Antigo Período Sírio (1820 - 1730 a.C.), e então... vamos para um período muito mais distante, o Sumério, com um rei muito especial, incluído na lista dos Grandes Reis Sumérios, o Rei Etana (que acredita-se ter reinado no início do 3º milênio - 3000 a.C.), cujos vestígios foram encontrados em um Selo Cilíndrico do reinado de Sargon de Akkad (2334 - 2279 a.C.) no período Acadiano. E mais, não vamos parar por aqui... providenciaremos uma outra dezena de exemplos, que serão apresentados após a análise detalhada desses dois (2) primeiros mencionados. E para não alongarmos demais esse tema, vamos apresentar estes "resultados", apenas em forma de lista. Onde, em nosso Livro de Pesquisa, sim, cada linha deverá ser detalhada, imagem por imagem, código por código.

* Todas as referências (datas e locais) apresentadas neste parágrafo, serão inseridas a seguir, em cada apresentação individualmente.

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Então, vamos lá!


Antigo Selo Cilíndrico Sírio
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OK, aqui, temos nosso primeiro conjunto de "pistas", que estão presentes em um antigo selo cilíndrico, onde podemos facilmente considerar como uma importante evidência, uma vez que encontramos vários de nossos códigos presentes nele.

Este selo vem da antiga cultura Síria (1820 - 1730 a.C.), datando de mil e trezentos (1.300) anos antes dos tempos de Darius I e seu filho Xerxes. No entanto, apesar de sua antiguidade, podemos observar que nossos códigos já estavam presentes, e de maneira muito clara, refletindo o mesmo cenário vivido pelos Persas e também pelos Egípcios.

Assim, ao realizar uma rápida visualização desta imagem, diretamente, observamos que três (3) de nossos códigos estão presentes:

O símbolo Ankh, quase idêntico ao dos egípcios, claramente na parte inferior esquerda.
Na mão deste personagem sentado, vemos o que podemos comparar com a Flôr dos Persas.
E no topo, encontramos as Asas, que também fazem parte de nossa lista de códigos.

Muito interessante... no entanto, o mais importante aqui é observarmos dois novos e diferentes aspectos, que vão além dos códigos já identificados. Vejam:

Primeiro - A data provável de origem desta evidência (1820 - 1730 a.C.), que coincide com o período aproximado do Médio Reinado no Egito (2040 - 1782 a.C.). Isso nos sugere que ambas as civilizações coexistiram com cenários similares, embora cada uma em seu próprio ambiente cultural.
Segundo - Observamos que existem mais dois (2) códigos presentes nesta imagem, que são, sem dúvida, tão importantes quanto os três (3) já identificados. No entanto, falar sobre esses novos códigos neste momento não seria adequado sem informações complementares, como mencionamos no último parágrafo do nosso Passo 30. Contudo, nada impede que tentemos agora descobrir o que são esses dois (2) novos códigos. Portanto, lembre-se de pensar de maneira simples e observar os detalhes.

E então, conseguiram visualizar algo?

Sim, sabemos que sem referências não fica apenas difícil, mas sim, impossível, contudo, vamos seguir, pois temos outra evidência interessante e antiga por vir. E esta, nos revelará um código muito importante, entretanto este, sim, iremos revelar completamente para todos vocês.

Para que assim, vocês possam entender que tudo faz um total sentido. Onde nada no interior destes selos, estavam sendo apresentados apenas por estética ou capricho de um rei, e cada detalhe fazia parte de um intrincado contexto, que levou anos para compreendermos, mas que agora estamos compartilhando da melhor forma possível com todos vocês. Claro, sem entrarmos em todos os detalhes, mas ainda assim, no nosso limite, se considerarmos que este trabalho ainda está disponível e acessível na Internet.

Agora, antes de avançarmos para o próximo passo, vamos lembrar o que mencionamos anteriormente... procurem lembrar...

Quanto mais próximo do "ano zero", menos explícitos eram os cenários que identificamos como pertencentes ao nosso "algoritmo", ou seja, mais difícil de encontrarmos nossos códigos. Portanto, quanto mais distante, mais detalhes eram fornecidos. E, como conclusão, podemos afirmar que... quase tudo o que está presente nesses selos cilíndricos são, de fato, "pistas" que revelam um cenário cada vez mais claro e presente nesses períodos correspondentes, reforçando nossa conclusão sobre a resposta ao "algoritmo" encontrado no Egito, tornando-a cada vez mais ratificada. (Sim, e isso nos impressiona!)

Então, vamos lá porque teremos mais um "código" aberto para todos vocês!

Foto crédito: Cylinder seal and modern impression: Royal worshiper before a god on a throne; human-headed bulls below. The Metropolitan Museum of Art, New York, Purchase, Raymond and Beverly Sackler Gift, 1991 |1991.368.5| - Public Domain.

Referência: Middle Kingdom of Egypt (Mark, Joshua J.. "Middle Kingdom of Egypt." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 04 Oct 2016. Web. 05 Jul 2023.).

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Nos Tempos Sumérios
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Bem, agora estamos face a face com o Rei Etana, nosso segundo e último conjunto de "pistas".

"Rei de Kish que ascendeu ao céu em uma águia para requisitar a Planta do Nascimento aos deuses, para que pudesse ter um filho"... sim, esta é uma breve introdução ao Mito de Etana, uma história atribuída à região da Suméria. Um fragmento deste mito pode ser encontrado entre as grandes coleções do Museu Britânico, proveniente da biblioteca do Rei Ashurbanipal, em Niniveh.

O Rei Etana figura na lista dos Grandes Reis Sumérios, onde se afirma que reinou no início do 3º milênio (3000 a.C.). Vestígios dessa figura histórica foram identificados em um selo cilíndrico datado do reinado de Sargão de Acádia (2334 – 2279 a.C.), no período Acádio.

Pois bem, agora vamos aos nossos códigos! Mas antes, considere: esse selo cilíndrico possui aproximadamente cinco mil (5.000) anos. Apesar de algumas imagens estarem desgastadas pelo tempo, é fascinante podermos ainda contar com sua presença até os dias atuais. Então, vamos em frente...

Sim, à primeira vista, já conseguimos identificar a mesma configuração de "asas" que havíamos observado anteriormente e que fazem parte de nossa lista de códigos. Elas estão posicionadas à direita acima, e ao redor do personagem central deste selo. Na sequência, há diversos outros elementos codificados que remetem à análise anterior, e da mesma forma, não comentaremos neste momento. No entanto, convidamos vocês a observar mais atentamente e tentar identificar um "novo código", e que possamos revelar agora mesmo!

E então, conseguiram? De fato, é desafiador identificar um "novo código" em meio a tantas informações contidas nesse selo, especialmente considerando que nem sequer temos uma definição precisa de todos os códigos já encontrados.

Compreendemos totalmente essa dificuldade! Porém, nem tudo que "não pode ser dito" necessariamente "não pode ser visto"! Pois logo abaixo, ao revelarmos esse "novo código", todos perceberão como tudo começará a fazer sentido, e que, com um pequeno ajuste de percepção, sim, será possível começar a conectar todos os pontos. Então, vamos lá...

Pois bem... nosso novo código é aquela "cestinha", ou "bolsinha", presente nas mãos do personagem à direita, abaixo. Há ainda outra cesta, um pouco maior, posicionada logo à frente dele, entre dois (2) supostos animais sentados.

Muito bem, agora vem uma pergunta importante: como e por que identificamos esse objeto como um novo código?

E a resposta é simples: porque a junção dos códigos já descobertos, somada à solução para o "algoritmo", mais a analogia aplicada a esse período, e às informações complementares vindas do Livro Bíblico, sim, revelam essa resposta com clareza.

E então... foi simples, não foi?

Claro que não! E sim, estamos sendo sarcásticos aqui! Porém apresentamos esta sequência, para que todos percebam o quanto tivemos que aprender até sermos capazes de compreender esse "cenário" que se desenrolava há cinco mil (5.000) anos, e que ainda continuava em tempos mais recentes, próximos ao "ano zero", com Darius I e seu filho Xerxes! Se é que podemos chamar de "recente" algo de dois mil (2.000) anos atrás! Pois bem, dito isto, querem ver como conseguimos conectar todos os pontos e entender como tudo isso faz um "imenso sentido"?

E o melhor: sem irmos muito longe, nem precisar buscar novas imagens ou informações, e sem recorrer ao nosso Livro de Pesquisa! Onde, apenas vamos observar os passos já trilhados, e então, descobrir a conexão direta que talvez tenha passado despercebida até agora por você.

OK, então vamos lá...

Pois bem... se voltarmos à imagem do Passo 53 e olharmos para as duas figuras no canto inferior esquerdo, veremos uma "cestinha" semelhante nas mãos de um deles. Considerando a diferença de tempo entre essas duas cenas, mesmo com suas respectivas nuances culturais, temos um intervalo de aproximadamente dois mil e quinhentos (2.500) anos. Portanto, agora é a nossa vez de fazer uma pergunta objetiva à você:

Você conhece algum objeto, dentro de uma mesma cultura ou entre culturas semelhantes, que continue sendo representado por aproximadamente dois mil e quinhentos (2.500) anos, geração após geração, escultura a escultura, mosaico a mosaico, pedra por pedra, e que NÃO seja algo de extrema importância? Mesmo que estejamos falando de uma aparentemente simples cestinha?

Sim, uma simples "cestinha"! E representada por milênios! Será mesmo que é algo tão banal? Ou será que ela guarda um significado muito mais profundo?

E então... perceberam como tudo começa a fazer sentido? Civilizações, independentemente de sua origem geográfica ou período histórico, sempre retrataram aquilo que realmente importava, mesmo em seus elementos aparentemente mais simples, como neste selo cilíndrico. Ainda que, para alguns, esse detalhe passe despercebido em meio a um cenário mais amplo e imponente, como a "cestinha" no grande mosaico ainda presente nas paredes de Persépolis, retratando o Grande Rei Darius I e seu filho Xerxes.

É por isso que dissemos lá no Passo 19, em Abu Simbel, no Egito: devemos observar todos os detalhes com atenção, pois neles podem estar escondidas as informações mais importantes! Portanto, mantenha isso em mente, e vamos seguir em frente, porque restam apenas 24 passos em nossa jornada, que trarão uma sequência impressionante de descobertas bíblicas, além da Grande Esfinge e de Göbekli Tepe!

Mas antes, se você chegou até aqui conosco, pare e reflita...

Notaram como não foi nada simples chegar até este ponto? E como é desafiador transformar tantos detalhes e compreensões em simples palavras? E perceberam também que as chamadas "impressionantes" descobertas nas linhas bíblicas mencionadas acima, na verdade, não têm nada de impressionantes, pois apenas confirmaram aquilo que já havíamos identificado anos antes, ao resolvermos o enigma do nosso "algoritmo"?

Sim, tudo se encaixa! Foi extremamente difícil por muitos anos, mas, depois, tornou-se uma avalanche de descobertas e revelações. Entretanto, entre 2013, quando encontramos a solução para o "algoritmo", e a finalização de todas as descobertas, bíblicas e não-bíblicas, passaram-se outros nove (9) longos anos. Tempo suficiente para processarmos esse turbilhão. Tempo para refletir. E, principalmente, tempo para entender que, se não fizéssemos algo, ninguém jamais faria. Por isso, estamos aqui dividindo essa responsabilidade com todos vocês. Agora, todos sabem sobre o potencial e a importância desse trabalho, e, o mais importante, passaram a fazer parte de todo o nosso não mais particular contexto!

E assim, seguimos adiante rumo à conclusão de nossos conjuntos de "pistas", espalhados entre civilizações e eras da história.

Foto crédito: Louis Delaporte (Loches, January 11, 1842 – Paris, May 3, 1925), Public domain, via Wikimedia Commons.

Referências: Etana Epic (Britannica, The Editors of Encyclopaedia. "Etana Epic". Encyclopedia Britannica, 9 Ago. 2019, https://www.britannica.com/topic/Etana-Epic. Accessed 6 July 2023.) / The Myth of Etana (Mark, Joshua J.. "The Myth of Etana." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 02 Mar 2011. Web. 06 Jul 2023.).

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Capítulo 7 - Nota 3 de 3

Só mais um minuto!


Nossa Analogia validando nosso Algoritmo!
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Bem, como mencionamos anteriormente, considerando nossa "solução para o algoritmo" em relação à nossa "analogia", iniciamos uma nova busca por possíveis evidências em culturas além da egípcia, que pudessem validar de maneira mais robusta tal relação. Portanto, além dos três (3) conjuntos de "códigos" apresentados acima, abrangendo desde Darius I até o Rei Etana, encontramos também diversos outros exemplos, que agora vamos demonstrar por meio da seguinte lista*. Estes exemplos possuem, em sua grande maioria, selos cilíndricos semelhantes aos apresentados anteriormente, servindo como método de representação de nossas "evidências/códigos":

Período: Neo-Assírio / Neo-Babilônico | Cultura: Assírio-Babilônica | Data: final do século IX ao VII a.C.
Período: Neo-Assírio | Cultura: Assíria | Data: final do século VIII a VII a.C.
Período: Ur III | Cultura: Neo-Sumeriana | Data: ca. 2028 - 2004 a.C.
Período: Acadiano | Cultura: Acadiana | Data: ca. 2350 - 2150 a.C.
Período: Mitanni | Cultura: Mitanni | Data: ca. final do segundo milênio a.C.
Período: Neo-Hitita | Cultura: Hitita | Data: ca. século X a IX a.C.
Período: Late Cypriot | Cultura: Cipriota | Data: ca. século XV a XII a.C.
Período: Achaemenid | Cultura: Achaemenid | Data: ca. século VI a IV a.C.
Período: Middle–Late Idade do Bronze | Cultura: Síria | Data: ca. meados do segundo milênio a.C.
Período: Middle to early Neo-Elamita | Cultura: Elamita | Data: ca. século XI a IX a.C.

E o que podemos dizer sobre essa lista, com tantas culturas distintas, locais geográficos e períodos no tempo? Certamente, trata-se de um resultado impressionante, especialmente quando consideramos a complexidade envolvida em todo esse processo. No entanto, junto a esses resultados significativos, enfrentamos novamente nossa melhor e pior parte. Portanto, vamos direto a elas:

A melhor - Esta lista claramente indicava que talvez estivéssemos no caminho certo, tanto em "resposta" ao que havíamos descoberto naquela "primeira importante observação" no Egito, que se referia aos hieróglifos, e que originou nosso "algoritmo", quanto agora, em nossa "analogia" mapeada, que tem como base, entre outras fontes, as informações complementares provenientes do Livro Bíblico. Portanto, tudo ótimo até aqui! No entanto, se seguirmos por esse caminho, nossos maiores desafios certamente estarão apenas começando. Observem abaixo em nossa "pior parte"!
A pior parte - O próprio Livro Bíblico... sim, porque após todas essas evidências coletadas e apresentadas acima... como poderíamos validar definitivamente o Livro Bíblico, uma fonte também fundamental para o desenvolvimento de todas as questões levantadas? E o pior, para essa "validação", provavelmente não teríamos nenhuma evidência física que possamos utilizar como referência, ao contrário do que temos com nossa "vasilha ritual", que se encontra no museu MET. Embora este objeto, à primeira vista, possa parecer insignificante para alguns, sabemos que ele se tornará uma "evidência física" de enorme importância à medida que o tempo passar e todos entenderem os resultados deste trabalho. E lembre-se, estamos falando de um artefato que está entre nós há cerca de cinco mil (5.000) anos. E ainda, temos mais uma evidência física! Lembram-se? Mencionamos uma segunda, que detalharemos apenas em nosso livro.

Exato, isso seria um enorme desafio, mas, de uma forma ou de outra, precisaríamos resolvê-lo. Visto que utilizamos diversas informações do Livro Bíblico, e estas nos permitiram, entre outras coisas, encontrar os mesmos "cenários" egípcios em outras civilizações, validando nossas descobertas de forma precisa e uniforme. Mas agora, a pergunta era... como validaríamos os eventos bíblicos de maneira lógica, a ponto de poder afirmar, sem margem para dúvida, a suposta veracidade de suas linhas e passagens?

Portanto, nos restava naquele momento, tentar refletir mais profundamente sobre nossas conquistas, e fazer uma avaliação objetiva, para ver se encontrávamos alguma solução! Então, vamos observar o que fizemos.

Concordamos que o Livro Bíblico nos forneceu informações precisas que nos permitiram encontrar o que estávamos buscando, e isso estava claro! E isso implicava que este Livro, seja qual for a posição que tomemos, certamente continha um fundo de verdade. Portanto, analisamos nossa sequência lógica apresentada anteriormente, para tentarmos enxergar qual a real influência deste livro no contexto em que estávamos trabalhando:

Algoritmo Observado (Códigos Egito 2004) Solução Algoritmo (9 Anos Depois) Analogia Mapeada (Cenários Presentes Na História Humana) Informações Complementares (Livro Bíblico) Mesmos Códigos Em Outras Civilizações (Cenários Iguais) Repete o Looping...

Pois bem, observando essa sequência, podíamos apenas chegar a uma conclusão: suas linhas continham sim um grande teor de verdade. No entanto, isso ainda não justificava que todo o seu conteúdo e suas passagens seriam totalmente verdadeiras e validadas! Desta forma, detalhando de forma objetiva os itens acima: o "Algoritmo observado no Egito" dependeu de nossa ação (feito); a "Solução para esse algoritmo" também dependeu de nossa ação (feito, 9 anos depois); a "Analogia Mapeada" idem (feito); encontrar os "Códigos em outras Civilizações" também foi realizado (feito); agora, confirmar se todo o "contexto adicional bíblico" estava correto, embora tenha sido fundamental para nossas descobertas, ainda precisava ser feito. E isto seria a partir daquele momento, o nosso próximo e desafiador objetivo!

E então... ficou claro nossa situação naquela ocasião? Esperamos que sim! Portanto, vamos continuar...

E assim, mais uma vez, nos vimos à beira de recomeçar do zero! Pois agora, tínhamos que validar algo não apenas de milhares e milhares de anos (como no Passo 44), mas, ainda mais difícil, algo que até hoje gera controvérsias, discussões e ceticismo, dependendo da perspectiva religiosa de cada um. E percebam, agora tocamos em algo ainda mais complexo, a "religião". Ou seja, estávamos saindo da esfera "arqueológica" para adentrar um campo que vai muito além disso: a fé, as crenças pessoais e religiosas, questões que afetam diretamente a visão sobre o Livro Bíblico e a sociedade como um todo. Algo que, francamente, preferiríamos evitar!

Sim, tudo o que parecia difícil e complexo, que já nos havia levado anos de trabalho, se tornou algo quase que impossível em apenas alguns poucos minutos!

* Referências sobre as culturas e períodos associados: Near East (Mark, Joshua J.. "Near East." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 23 Oct 2022. Web. 06 Jul 2023.)

Passo 57 de 80

OK, foi realmente desafiador, mas não impossível! E agora, a melhor parte destes longos passos está prestes a começar! Então, vamos lá!


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