Capítulo Quatro

Vale dos Reis, Nossa Primeira Confirmação, Tutankhamen Mais Dois Códigos

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Capítulo Quatro - Vale dos Reis, Nossa Primeira Confirmação, Tutankhamen Mais Dois Códigos

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Bem-vindo a Luxor!
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Chegando em Luxor...

Assim que possível, tomamos a direção do imenso Vale dos Reis, onde, depois deste local, o Templo de Hatshepsut nos aguardava. Porém, nossa agenda estava extremamente apertada, já que em apenas dois (2) dias deveríamos explorar três (3) incríveis locais... o Templo de Karnak, o Templo de Luxor, e com um pouco de sorte, o Museu de Luxor. Sim, era uma corrida contra o tempo!

OK... no caminho para o Vale dos Reis, nos deparamos com os Colossos de Memnon (onde tiramos esta foto), estátuas gêmeas que retratam o faraó Amenhotep III (1386 - 1353 a.C. - 18ª Dinastia). Entretanto, o fato mais intrigante sobre este faraó e sobre parar exatamente neste ponto, mesmo com a agenda apertada, é que... assim como Imhotep (mencionado anteriormente), este faraó também será fundamental para as nossas descobertas. E naquele momento, nem imaginávamos o quanto isso mudaria a nossa jornada... mistérios que acontecem, aguardando para serem revelados!

Então, vamos em frente!

Foto crédito: Our records - Colosses of Memnon - West of Luxor - Egypt - 2004.

Referência: Colossi_of_Memnon (Mark, Joshua J.. "Colossi of Memnon." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 05 Jun 2017. Web. 23 Jun 2023.).

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O Vale dos Reis
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Definitivamente o sonho de todos os arqueólogos e estudiosos da história egípcia (como nós), local de reis e rainhas, e berço de tanta história... sim, estávamos lá! Diferentemente de ser chamado como o "Vale dos Mortos", a história estava presente e muito viva, e bem diante dos nossos olhos. Incrível esta experiência!

Mas, devemos confessar... naquele momento não estávamos apenas mentalmente, mas também fisicamente exaustos. No entanto, algo dentro de nós dizia que não poderíamos parar, que uma nova descoberta estava prestes a acontecer, talvez ao virar da próxima esquina! E assim, a ansiedade tomava conta... o que mais poderia estar esperando por nós? Portanto, vamos em frente!

Foto crédito: Our records - Valley of the Kings - Luxor - Egypt - 2004.

Referência: Valley of the Kings (Dorman, Peter F. and Drower, Margaret Stefana. "Valley of the Kings". Encyclopedia Britannica, 29 Sep. 2022, https://www.britannica.com/place/Valley-of-the-Kings. Accessed 30 June 2023.).

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As Tumbas
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Exatamente, as tumbas, muitas tumbas!

Tumbas famosas, não famosas, pequenas, grandes, tumbas por toda parte. E junto com elas... sim, encontramos muitas pistas, mas nada de novo, nada que realmente pudesse ser relevante. E isso acontecia em qualquer dinastia que estivéssemos investigando, ao entrarmos em diversas tumbas de vários faraós diferentes.

OK... por outro lado, isso já era um bom começo, pois confirmava a nossa primeira percepção: aquelas pistas realmente foram passadas de "geração para geração". Sim, pois ao entrarmos em várias tumbas de diferentes dinastias, ou melhor dizendo, de períodos históricos distintos, e encontrarmos os mesmos códigos, as mesmas pistas, confirmávamos estar corretos sobre essa teoria.

Porém... acreditem, o que foi ainda mais relevante após caminhar aquele vale inteiro, e saibam, ele é gigantesco, foi o sol... o sol castigava implacavelmente a todos. Como se diz por aí... havia literalmente "um sol para cada um" que estava ali naquele dia. E lembrando, era verão, nosso termômetro marcava 48 graus Celsius!

Sim... o verão realmente não é uma boa opção!

Foto crédito: Our records - Tomb's Path (Kings's Valley) - Luxor - Egypt - 2004.

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Capítulo 4 - Nota 1 de 2

Só mais um minuto!


OK... outra pausa para verificarmos o que temos até agora!
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Pois bem, vamos agora apresentar nossas conquistas de uma maneira mais organizada...

Um - Temos nossa chamada "primeira importante observação", que se refere aos hieróglifos encontrados em Abu Simbel.
Dois - A partir desta observação, encontramos dois (2) códigos diferentes, ambos dialogando com o "mesmo cenário", embora em perspectivas distintas, sendo que, sobre estes, ainda não temos um entendimento ou teoria conclusiva.
Três - No entanto, agora, encontramos nossa primeira confirmação, pois esses códigos, embora ainda obscuros para nós, se repetiam por gerações, o que nos deixou cada vez mais intrigados.

Bem... e o que podemos concluir disso tudo?!

Talvez dois (2) aspectos diferentes, porém complementares:

Primeiro - Como esses códigos se repetiam por gerações, e isso significa, por milênios, certamente deveria haver algo muito importante relacionado a tudo isso!
Segundo - Agora, vamos falar sobre algo que ainda não mencionamos... o mais importante, talvez não seja o fato de se repetirem por gerações, mas o fato de que esses códigos podem ter uma relação direta com o "símbolo Ankh". Pois em nossa percepção, mesmo que inicial, começamos a admitir que algo poderia ter sido perdido nas traduções oficiais envolvendo esse símbolo. Contudo, observem... não que a interpretação oficial para este símbolo esteja incorreta, todavia, percebemos que algo essencial poderia estar "faltando", algo indispensável para completar um possível novo significado para este símbolo.

E é exatamente essa razão que originou o nome deste projeto, "Projeto Ankhk", onde, não ao final, mas ao longo de nosso "Livro de Pesquisa", iremos revelar seu provável extra significado. Portanto, considerando esta nova informação aqui postada, talvez seja o momento de escrevermos algo mais abrangente sobre este assunto. Desta forma, observem atentamente abaixo:

O "Símbolo Ankh" foi a "chave mestra" para encontrarmos a solução para o nosso "complexo algoritmo", que por sua vez, nos permitiu encontrar "chaves escondidas" dentro dos Livros da Torah (Velho Testamento Bíblico - Gênesis), que por sua vez, nos trouxe uma "extra revelação" que certamente irá mudar tudo o que sabemos sobre nós e sobre a história humana, que por sua vez, abriu as portas para encontrarmos outras tantas soluções dentro de outros livros, que finalmente por sua vez, nos trouxe uma outra "grande revelação", onde isso será divulgado somente no extremo final de nosso "Livro de Pesquisa".

Portanto, obtemos algo mais ou menos assim:


OK... sobre estas duas (2) novas revelações acima, que certamente são maiores que as cinco (5) principais aqui apresentadas, temos que dizer o seguinte:

Observem... em nosso caminho, digamos, em nossas vidas cotidianas, certamente encontramos situações fáceis e difíceis, desafios grandes e talvez não tão grandes, enfim, problemas normais de nosso dia a dia, que, no entanto, nos mostram que o mais importante, talvez não seja necessariamente o tamanho, a complexidade, ou mesmo a intensidade destes problemas, mas sim, como "as enfrentamos", como lidamos com novas fronteiras, descobertas, desafios, mesmo que estes nos sejam de difícil compreensão e entendimento. E é exatamente por isso que, apesar de todas as nossas dificuldades, passados dezoito (18) anos para a execução desta pesquisa, ainda aguardamos e esperamos o momento certo para tal divulgação. Sim, acreditamos que tudo tem a sua hora e o seu lugar, tudo certamente tem a sua razão, uma boa razão. E acredite, o que foi mencionado acima, apesar de parecer impactante e talvez de difícil compreensão, não, não o são. E entenda, tudo será mais fácilmente assimilado, se você continuar a seguir esses passos, onde, no final, tudo poderá ser compreendido, até mesmo, sem o nosso "Livro de Pesquisa", sem a nossa ajuda, sem qualquer ajuda. No entanto, se ainda assim não for, não se preocupe, quando o nosso livro estiver pronto e disponível, sim, lá você terá tudo o que você esperou por gerações... respostas, apenas respostas!

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Portanto... vamos continuar com nossos passos, pois a Tumba de Tutankhamen nos dará mais duas (2) importantes pistas!


A Tumba de Tutankhamen
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Muito bem, estamos diante de uma placa que fica logo na entrada do acesso ao túmulo de Tutankhamen, e observe que curioso...

Imaginem o cenário: após um longo e cansativo dia no Vale dos Reis, como mencionamos anteriormente, o calor era intenso e o cansaço nos fazia procurar, desesperadamente, por sombra. Assim, chegando a este local, que era o último que iríamos visitar naquele vale, percebemos que o acesso à tumba estava a apenas alguns passos desta placa, desta forma, sim, não pensamos duas vezes, caminhamos rapidamente em direção a ela, sem inclusive dar muita atenção ao que estava ao nosso redor. Afinal, quem não ficaria ansioso para finalmente entrar no túmulo deste famoso faraó, e ainda, nos abrigarmos do sol? Pois bem, começamos a descer as escadas... mas, algo inesperado aconteceu. Um funcionário local nos interpelou, dizendo que para acessar aquela tumba, seria necessário pagar um valor extra além do ticket já adquirido.

Sem hesitar, fomos pegar o dinheiro, mas aí o problema apareceu: não tínhamos mais dinheiro conosco, pois o montante principal, estava guardado no navio, e o que havíamos trazido já tinha sido usado para outras despesas dentro do próprio local. A única solução seria sacar o dinheiro em um caixa eletrônico... mas adivinhem? Em 2004, caixas eletrônicos no Vale dos Reis deveriam ser ainda raridade! Assim, é claro, ficamos do lado de fora, apenas observando ao longe a tumba que tanto desejávamos visitar. Sim, uma sensação de desapontamento tomou conta de nós, mas, não tínhamos o que fazer, e o cansaço já estava falando mais alto. Lembrando que, em 2004, mal tínhamos internet à mão, nem sequer os celulares tiravam fotos, apenas câmeras digitais faziam isso, e estavam ainda sendo lançadas naquele mesmo período (apesar de já termos uma nesta viagem). Quanto ao uso de cartão de crédito, sim era algo comum, mas a ideia de usar um caixa eletrônico para resolver o problema? Não era uma opção viável naquele local, ainda mais uma maquininha de cartão na mão daquele funcionário, simples, humilde, que estava apenas fazendo o seu trabalho!

Pois sim, esta completa "falta de discernimento", acho que podemos chamar assim, nos impediu de entrar em uma das tumbas mais importantes do Vale dos Reis naquele momento, e se não a tivéssemos deixado por último, certamente essa situação não teria ocorrido, contudo, o fato é que, naquele momento, algo aconteceu que poderia ter passado despercebido, caso tivéssemos entrado naquela tumba, e acabou nos mostrando o que talvez pudéssemos não enxergar! Sim, observem abaixo...

Naquela situação, o que poderia ter sido um simples "desastre" acabou se tornando algo interessante. Ficarmos alí, parados, com aquela sensação de "cara de caneca", literalmente de frente para esta placa, que foi o que de melhor nos restou. E então, ao olharmos para o seu conteúdo, "bingo"! Encontramos duas (2) novas pistas, claramente reveladas nas imagens. Às vezes, o que parece um imprevisto, na verdade, pode ser uma oportunidade disfarçada. Portanto, olhem atentamente para elas dentro deste quadro de informações, pois com certeza você vai perceber as duas (2) pistas e, agora, "muito facilmente", considerando que você já sabe que essas pistas têm uma conexão direta com o "símbolo Ankh". No entanto, se não conseguir identificá-las, seja por causa das dimensões da foto aqui no website ou por outros motivos, não se preocupe! Mais adiante, vamos esclarecer vários pontos com muito mais detalhes.

E o que podemos concluir sobre tudo isso? Vamos chamar de destino, causa e efeito, coincidências ou até sorte, o que quer que seja... mas o fato é que, com estes dois (2) novos códigos, chegamos a uma importante conclusão!

Foto crédito: Our records - KV 62 - Tutankhamen Board (Kings's Valley) - Luxor - Egypt - 2004.

Referências: Tutankhamen (Dorman, Peter F., "Tutankhamun". Encyclopedia Britannica, 31 Mar. 2023, https://www.britannica.com/biography/Tutankhamun. Accessed 30 June 2023.) / Tutankhamen (Mark, Joshua J.. "Tutankhamun." World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 01 Apr 2014. Web. 30 Jun 2023.).

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Capítulo 4 - Nota 2 de 2

Só mais um minuto!


Resolver tudo em apenas um movimento... só que não!
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Sim, é fato! No passo anterior, encontramos dois (2) novos códigos que nos abriram uma oportunidade incrível de concluirmos algo muito importante, e, naquele momento, isso foi extremamente esclarecedor e oportuno. No entanto, resolver todas as nossas pendências com apenas este movimento, não, definitivamente não foi possível. E isso pode ser facilmente demonstrado pela sequência dos fatos abaixo. Portanto, acompanhem conosco, pois o que vem a seguir será interesssante...

Definitivamente, não encontramos apenas uma, mas duas novas (2) pistas na Tumba de Tutankhamen. Isso foi possível apenas observando o "quadro de informações" apresentado na entrada de sua tumba, um detalhe que ninguém poderia imaginar!
Com essas novas pistas em mãos, chegamos à conclusão lógica de que estávamos lidando com um "complexo algoritmo" ainda em formação. Pois agora, nossa lista já contava com quatro (4) códigos diferentes, quatro (4) elementos que, quando unidos e decifrados corretamente, certamente formariam um único elemento lógico e resolutivo.

Portanto, agora vamos refletir...

Por outro lado, tínhamos naquele mesmo momento... estes quatro (4) códigos que ainda nos eram de total desconhecimento, tanto de forma individual quanto conjunta. Contudo, estava claro também, que esses códigos faziam parte do mesmo "cenário", e carregavam consigo uma nova mensagem, fornecendo, sem dúvida, um novo sentido para todas as situações nas quais estavam inseridos.
E mais... apesar de já sabermos deste fato anterior, relacionado à nossa "primeira importante observação", a única certeza que tínhamos era de que esses códigos haviam sido passados de "geração para geração". E para nós, isso já tomava a forma de algo incontestável.

Pois bem, dito isso, não víamos outra alternativa a não ser continuar com nossa jornada e investigação em busca de maiores e melhores pistas! E, para isso, seriam necessários inúmeros movimentos, até que finalmente encontrássemos uma solução para aquilo que estava se tornando cada vez mais complexo.

Consequentemente, como esclarecimento para vocês que estão acompanhando esta leitura, acompanhem o desenrolar desde este momento crucial de nossa pesquisa até os dias de hoje. Assim, vocês terão uma ideia de como tudo foi, de fato, muito complicado! Agora, vamos lá...

Assim, adiantamos que... mesmo encontrando outras pistas importantes mais adiante, este complexo enigma levou nove (9) anos para ser decodificado. E, após isso, ainda passamos mais sete (7) anos para obtermos todas as revelações, evidências e conclusões necessárias. E ainda, mais dois (2) anos tentando escrever um livro narrando tudo isso de forma menos técnica e mais didática. Por fim, mais outros dois (2) anos desenvolvendo e escrevendo internamente este website, que nunca para de ser atualizado devido a inúmeras mudanças tecnológicas, bem como, atender às leis que regem uma Internet segura!

Sim, definitivamente nada foi tão fácil quanto poderia parecer para alguns. Contudo, neste trabalho, conseguimos trazer toda essa complexidade de forma simples e resolutiva, para que todos possam apenas ler e entender, sem maiores preocupações. Mas entenda que... alguns aspectos importantes simplesmente não se encaixam em um único bloco de texto, ou mesmo, não poderem ser apresentados de forma aberta, e assim, inviabilizar que esse trabalho de pesquisa esteja completamente disponível na Internet, como explicamos no Passo de número 1.

Mas, certamente, estamos aqui fazendo o nosso melhor, mesmo sem qualquer apoio externo, financeiro ou acadêmico, que nos ajudariam ao longo destes 18 anos de trabalho. Sim, sabemos que os temas tratados são muito complexos e delicados em todos os sentido, mas, mesmo sozinhos, nunca desistimos (quase). Portanto, vamos seguir em frente, pois muito estará por vir. Com paciência e percepção, você, certamente, será capaz de compreender muitas das questões que, até então, pareciam "abscuras" em nossa história!

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Próxima parada... Templo de Hatshepsut, onde encontraremos outra pista!


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