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Bem... aqui estamos nós!
Exatamente diante de um (1) dos cinco (5) livros pertencentes à conhecida Torah, no caso, o Velho Testamento Bíblico: Gênesis, escrito por Moisés (segundo especialistas), cujo conteúdo nos trouxe importantes informações complementares que nos permitiram encontrar, em outras partes do mundo e de nossa história, evidências dos mesmos cenários vivenciados pelos egípcios por milhares de anos.
No entanto, se houve, ao longo de toda a nossa pesquisa, um momento em que definitivamente precisávamos ser práticos e eficientes, esse momento foi exatamente este! E, mais uma vez, talvez sem muitas opções, olhamos para aquele livro e decidimos fazer o que já havíamos feito em Abu Simbel: decidimos olhar, pensar e analisar completamente "fora da caixa". O problema é que, neste caso específico, nem sequer sabíamos onde ficava o seu "lado de fora", e tampouco onde estava a própria caixinha. Tamanha era a ausência de “tudo”: de alicerce, de base, de qualquer ponto de partida que nos orientasse naquele momento.
Em nosso Livro de Pesquisa, detalhamos melhor nossa estreita relação com "números", e a forma como essa habilidade nos levou a comparar, em nossos pensamentos, o possível processo de validação de um livro, seja bíblico ou não, com a análise dos dados que ele apresenta. Algo do tipo: se um texto nos oferece informações numéricas, quantitativos, datas etc., talvez possamos calcular algo a partir disso e, assim, encontrarmos indícios de veracidade. Tem uma certa lógica não?
Pois bem, tendo lógica ou não, foi exatamente isso que fizemos! E, ao associarmos tudo o que já havíamos descoberto e aprendido ao longo de nove (9) longos anos à nossa expertise com "números", encontramos nossa "primeira chave" nas entrelinhas do Velho Testamento Bíblico — Gênesis. Cujos detalhes, serão revelados em nosso "Livro de Pesquisa", com todo o passo a passo de como tudo foi possível. E talvez vocês percebam, como nós percebemos, que tudo só poderia ter ocorrido exatamente como ocorreu!
Ótimo! Dito isso, vamos seguir adiante, pois abaixo alguns aspectos importantes serão melhor esclarecidos! E teremos mais um "conteúdo bloqueado", apenas aguardando o seu clique!
Foto crédito: HOWI - Horsch, Willy,
CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons.
Referências: Torah (Britannica, The Editors of Encyclopaedia. "Torah". Encyclopedia Britannica,
29 Jun. 2023, https://www.britannica.com/topic/Torah. Accessed 7 July 2023.) / Torah (King, Justin. "Torah."
World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 09 May 2012. Web. 07 Jul 2023.).
OK, com esta única "chave" em mãos, e considere que, até então, não sabíamos que ainda haveriam mais duas... Pudemos nos concentrar em buscar a região exata pertencente ao "Éden", e apenas de acordo com esta "chave". Contudo, fizemos isso propositalmente sem saber, naquele momento, se essa região seria realmente compatível com as descrições fornecidas pelas próprias linhas bíblicas. Afinal, essas linhas nos trazem uma descrição quase detalhada da região, especialmente por meio das narrativas sobre os seus quatro (4) rios. Assim, ao final, por meio de um simples procedimento comparativo entre o que poderíamos encontrar e o que observaríamos nas Escrituras, teríamos uma chance real de validar nossa "possível resposta", sobre termos ou não localizado essa região tão importante.
Agora, obviamente, todos devem estar se perguntando: como, a partir de uma simples "chave", foi possível buscar uma região específica dentro do nosso planeta, por exemplo?
E a resposta é simples: essa "chave" desbloqueou uma nova compreensão dentro do próprio contexto bíblico, permitindo-nos enxergar diversos elementos que, embora estivessem ali o tempo todo, à primeira leitura, como já mencionamos, quase ninguém seria capaz de entender em sua forma mais simples, porém profundamente significativa. Em outras palavras: não compreender completamente o que está escrito não significa que o contexto principal não esteja presente! E aqui, mais uma vez, fazemos menção ao nosso Livro de Pesquisa, onde mostraremos como isso foi possível, e da forma mais elementar que você possa imaginar. Como já dissemos: o simples é, de fato, o que fazemos de melhor!
Retornando...
No entanto, apesar da imensa empolgação com essa nova descoberta, sabíamos que, mais do que nunca, precisávamos validar essa "região" com algo além de uma simples verificação de compatibilidade com as descrições bíblicas. Precisávamos de uma comprovação mais consistente, algo que nos permitisse comparar com maior precisão e segurança.
E assim, fomos praticamente levados a seguir pelo caminho mais difícil, mas também o mais lógico: tentar encontrar o Jardim do Éden, obviamente, dentro dessa mesma região. Isso, claro, se é que esse "Jardim" realmente existiu em algum momento. Afinal, encontrar fontes que não fossem as próprias linhas bíblicas seria praticamente impossível. Portanto, validar essa região utilizando um tipo de reciprocidade entre esses locais, não seria uma má estratégia. Onde, um local validaria o outro, mesmo que isso nos impusesse o enorme desafio de tentar descobrir um "Jardim" que, até hoje, permanece um mistério.
Sim, porque quando mencionamos acima que havíamos encontrado a região específica do "Éden", não estávamos, definitivamente, sendo hipotéticos. Pois tudo é real, e ainda presente nos dias de hoje. Onde a geologia, a geografia e a topografia, por si só, já podiam comprovar essa descoberta de forma concreta. E, como sempre, apresentaremos todos esses dados em nosso Livro de Pesquisa, de forma clara, objetiva e acessível a todos. Inclusive, localizável como mencionamos em nossa introdução, através de mecanismos disponíveis de satélites.
Pois bem, de qualquer forma, vamos falar agora sobre a "expectativa de todos" em saber absolutamente tudo, neste momento, sobre essa região...
Portanto, para não deixar nossos leitores completamente no "escuro", vamos abrir uma janela sobre este incrível mapa de Piri Reis, aqui apresentado. Sim, infelizmente, ele não revela diretamente a localização da "Região Bíblica do Éden", porém, a parte exata que falta neste mapa, muito provavelmente, poderia contê-la, e isso, em tempos extremamente remotos. Portanto, para bons observadores, deixamos aqui duas reflexões importantes e pedimos que, com sabedoria, reflitam sobre elas:
A segunda — Imaginem, neste exato momento em que vivemos tantos conflitos no mundo, uma população descobrindo que está vivendo ao redor dessa região, pisando nessa mesma terra? Será que estamos realmente prontos para essa informação? Teríamos a maturidade necessária para entender que isso é real, e que, talvez, muito do que aprendemos não esteja exatamente correto?
De qualquer forma, honrando aqui, um importante compromisso com você leitor, ao final deste passo, mais um conjunto de "informações bloqueadas" trará pistas valiosas para aqueles que seguiram conosco até aqui, e que já começam a ter uma visão mais clara do que estamos realmente tratando!
Ok, mas independentemente de qualquer coisa, cabe agora relatarmos os últimos procedimentos que adotamos naquela ocasião, com o objetivo de esclarecer pontos importantes. Portanto, observem que:
Falar sobre uma região bíblica qualquer, e ainda mais, sobre a exata "Região Bíblica do Éden", pode soar como algo extraordinário e até inatingível. No entanto, diante de todas as circunstâncias que apresentamos até aqui em nossa pesquisa, e com base em todas as evidências que conseguimos reunir, sejam geológicas ou geográficas, rios ainda existentes e plenamente visíveis, e outros elementos naturais, fica difícil contestar o que não é afetado pelo tempo. Afinal, esses elementos continuarão ali, independentemente de estarmos ou não aqui. Por isso... tudo isso não apenas nos trouxe mais tranquilidade, como também nos deu ainda mais motivação para seguirmos em frente.
OK, vamos agora para a descoberta do Jardim! Mas antes, ao nosso segundo conjunto de "conteúdos bloqueados"! Desta forma, como exposto em nosso Passo 1 ("Antes de começar sua jornada"), todos já sabem como proceder!
CONTEÚDO PROTEGIDO !
Foto crédito: Piri reis Map / Piri Reis, Public domain, via Wikimedia Commons.

Bem, após identificarmos a "Região do Éden", fruto da aplicação de nossa "primeira chave" descoberta entre as linhas bíblicas...
Decidimos retornar ao mesmo livro, entretanto, o objetivo agora era encontrar indícios que nos levassem ao próximo desafio: a busca pelo Jardim do Éden (isso, claro, se ele de fato existiu, pensávamos à época).
Sabíamos que não seria uma tarefa simples. Apesar de termos localizado sua suposta "Região", o que já era um grande avanço, no entanto, encontrar um ponto específico, e ainda por cima com tamanha importância, exigiria outra abordagem, um novo método. Mas havia algo a nosso favor: o conhecimento acumulado ao longo de mais de nove (9) anos de pesquisas. Assim, concentramos nossos esforços em uma nova e única parte das Escrituras, distante da área onde encontramos nossa "primeira chave".
E, para nossa surpresa, localizamos duas (2) novas chaves, que nos conduziram à possível localização desse extraordinário e até então inimaginável "Jardim", o lugar onde, talvez, tudo tenha começado, o local onde, muito possivelmente, viveram os conhecidos personagens bíblicos: Adão e Eva.
Agora pensem conosco: tomamos essa decisão não por acaso. Estávamos diante de uma possibilidade que já não era apenas plausível, mas que carregava uma imensa probabilidade de ser verdadeira. E isso elevou a nossa responsabilidade ao nível máximo, não apenas conosco, mas diante de uma possível revelação pública!
Afinal, se estivéssemos mesmo lidando com nossa origem, o início de tudo, não estaríamos tratando apenas da história da humanidade, mas de toda a narrativa bíblica: fé, religião, tradição... E, claro, isso também tocava diretamente na teoria da evolução como a conhecemos, explicada ou não, aceita ou não.
E quando o tema envolve religião e fé, algo tão importante para tantas pessoas, inclusive para nós mesmos, que conduzíamos aquele trabalho, estávamos lidando com algo delicado, sensível e de grande impacto. Milhões de pessoas têm crenças, dogmas, e veem Deus como um ser supremo. Isso também atinge culturas que não seguem um Deus único. Por isso, era fundamental termos absoluta certeza sobre o que havíamos encontrado. Era um caminho que começara anos antes, no Egito, com o que parecia ser apenas uma simples (e talvez até duvidosa) observação, mas agora, tinha se transformado completamente.
No entanto, o tempo passou, a vida seguiu, e começamos a perceber que abandonar tudo seria repetir exatamente o erro que nós mesmos havíamos apontado em nosso Passo 43:
"Se não formos capazes de compreender o nosso próprio passado, que futuro podemos ter?!"
E por isso, a responsabilidade, sempre ela, nos mostrou o caminho...
Já estivéssemos diante de inúmeras informações, sabíamos que ainda não seria o momento. Precisávamos continuar pesquisando, analisando, e aguardando, por muitos anos, até que chegasse a hora certa. Só então, sim, divulgaríamos tudo, com responsabilidade, e a todos, independente de religião, cultura, nação, governo ou crença. Afinal, este trabalho não pertence apenas a um povo ou cultura, ele pertence à humanidade.
E por que 2025? Porque 2023 apenas marcou o lançamento discreto, e propositalmente arcaico, deste website. E também, porque esperar por algo indefinido e incerto, gera angústia. Afinal, quem é que sabe a hora certa para isto?! E isso paralisa. Não impulsiona. Não evolui. Somos, por natureza, uma espécie inquieta, buscamos o novo, o oculto, o desafiador. Permanecer na inércia seria um retrocesso!
Assim, após doze (12) anos desde as revelações de 2013, e vinte e um (21) anos após nossa "primeira importante observação" no Egito, entendemos que agora era a hora de tornar tudo acessível, mesmo que de forma ainda moderada e modesta através apenas deste website. Onde, o reestruturamos, revisamos os textos em português e inglês, que antes eram propositadamente complicados, mas agora estão prontos para que qualquer pessoa tenha acesso gratuito, online e original. E como dissemos em nosso Capítulo 1: "Antes de começar sua jornada", ainda não é algo completamente aberto, mas já é o possível se considerarmos que este ainda permanece disponível na Internet.
Pois imagine o impacto: descobrir que o local mais importante da história humana pode estar mais próximo do que se imagina, debaixo dos seus próprios pés. Sim, um anúncio assim precisa ser feito com coerência, ordem e, acima de tudo, responsabilidade.
Mas isso não impede que você, leitor, que nos acompanha desde o início, encontre pistas sólidas sobre este e outros locais. E essas informações ocorrerão sete (7) vezes ao longo deste material online. Mas, por favor, não interpretem esse número "sete" como nenhum simbolismo oculto. Ele apenas representa a quantidade de informações que decidimos compartilhar, inclusas nossas cinco (5) principais.
Portanto, honrando aqui nosso importante compromisso com você, ao final deste passo, mais um conjunto de "conteúdos bloqueados" será revelado, com pistas valiosas para quem seguiu conosco até aqui. Agora, sim, começamos a enxergar com mais clareza do que realmente se trata esta jornada. Afinal, estamos falando da descoberta do "Jardim do Éden". E, como exposto em nosso Passo 1 ("Antes de começar sua jornada"), todos já sabem como proceder.
CONTEÚDO PROTEGIDO !
Foto crédito: Maerten de Vos, Public domain, via Wikimedia Commons.
Primeiramente, uma breve explicação sobre a utilização deste importante livro em nosso trabalho de pesquisa: Em nenhum momento deixamos de tratá-lo com total respeito e absoluta seriedade. Embora tenhamos concentrado nossa abordagem exclusivamente no "Livro do Gênesis", buscamos desenvolver nosso trabalho de forma simples, focada e com total isonomia em relação ao seu conteúdo e relevância, direcionando-o unicamente às nossas atividades e análises correspondentes.
Dito isso, retomemos a explicação sobre nossa abordagem na relação direta com este livro...
Para exemplificar algumas destas fontes, temos:
E, com a ajuda de todas essas novas fontes, alcançamos a nossa próxima descoberta! Seguimos então!




