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A primeira das duas (2) últimas evidências...
OK... Quando ainda estávamos em Luxor, nos momentos finais de nossa viagem ao Egito em 2004, carregávamos conosco todas aquelas informações valiosas sobre nosso "complexo algoritmo", e além dessas informações, tínhamos apenas aqueles raros e intensos momentos em que sentimos algo internamente nos impulsionando a realizar determinadas ações, mesmo sem compreender se seriam úteis ou não, se faziam sentido ou não. Entretanto, apesar da incerteza, agíamos, mesmo que de forma esporádica, pois essas sensações eram rápidas e, na maioria das vezes, com objetivos que, a princípio, julgávamos ser mínimos (do nosso ponto de vista na ocasião). Contudo, essas ações se revelaram fundamentais, pois trouxeram resultados significativos no final.
Dito isto, justamente dentro deste museu, diante desta nova evidência, essa mesma situação se repetiu, e sem sabermos exatamente o motivo, tiramos várias fotos dessa peça que vamos apresentar a seguir. Exato, mais do que o necessário, movidos naquele momento por este impulso interior. Como também, registramos algumas imagens desta Estela, visível ao fundo da foto central, destacada na montagem à direita.
Sim, após anos de argumentos técnicos, análises complicadas, soluções aparentemente impossíveis, investigações rigorosas e o desenvolvimento de mecanismos seguros e confiáveis para garantir a execução de nossos trabalhos, precisamos admitir que esses momentos de intuição foram cruciais para o sucesso de nossas pesquisas. Pois trouxeram "pontos chave" que nos ajudaram imensamente em toda a nossa jornada. Onde, dentro destes 80 passos, acreditamos ter apresentado apenas três (3) desses momentos decisivos: o primeiro, no templo de Hatshepsut, onde encontramos uma de nossas mais importantes pistas; o segundo, no Vale dos Reis, quando fotografamos o que parecia ser um absoluto "nada", e ainda caminhamos até os fundos daquele vale, onde não havia ninguém, só para fazer isso, e assim, nove (9) anos depois, conseguimos encontrar as "respostas" para nosso "complexo algoritmo", que se tornaram a base de tudo o que temos hoje neste trabalho; e agora, por fim, nesta última visita a este explêndido museu, nossa última parada em terras egípcias, mais uma vez experimentamos a mesma sensação.
Portanto, o que dizer sobre isso... Apenas que, mesmo tentando ser técnicos, centrados, didáticos e, até mesmo, um pouco calculistas, não, a razão simplesmente nunca explicará!
Pois bem, vamos então às imagens...
Foto crédito: Our records - Luxor Museum - Luxor - Egypt - 2004.
Após passados alguns anos desde nossas últimas análises (2015), que nos trouxeram nossas duas (2) últimas evidências, em pleno ano de 2017, percebemos que...
Assim como descobrimos em outra ocasião (nossa foto esquecida sobre a Tumba de Tuthmosis III, Passo 43), que estávamos diante de informações valiosas que só compreendemos anos depois, agora, ao analisarmos as fotos desta linda escultura, e também da Estela à direita, percebemos a mesma situação. Pois este conjunto de imagens, definitivamente, nos traria exatamente tudo o que precisávamos esclarecer, no momento certo, quando fosse necessário revelar alguns dos principais resultados de toda a nossa pesquisa. E é exatamente esse momento que vivenciamos agora.
Sim, esta imagem perfeitamente representa, a resposta definitiva para o nosso "algoritmo" e, por consequência, para todos os nossos códigos. E esse entendimento, uma vez alcançado, provavelmente transformará quase tudo o que um dia pensamos saber sobre nós e sobre a essência da nossa própria existência! Assuntos sim, delicados, contudo, presentes entre nós, e que devemos na medida do possível assimilar e entender!
Foto crédito: Our records - Amenhotep III and the God Sobek (Luxor Museum) - Luxor - Egypt - 2004.
Pois, embora tenhamos demorado nove (9) anos para encontrar a resposta correta para o nosso "algoritmo", quando olhamos para este conjunto de imagens, podemos perceber como poderia ter sido simples toda aquela resolução. Definitivamente, nos perdemos em todo aquele contexto egípcio, mas, na verdade, era algo tão simples, tão óbvio, e aqui tão bem demonstrado, que percebemos que, quando tudo parece "óbvio e simples demais", relutamos em entender.
Onde, o normal, é que busquemos "respostas difíceis e complicadas" para questões que, na verdade, nunca soubemos entender profundamente, talvez, sequer, superficialmente. Sim, infelizmente, esta é uma realidade que assombra e domina toda a nossa existência, nosso mecanismo de "defesa natural": complicamos para evitar perguntas que não saberemos responder.
Portanto, o que certamente podemos concluir sobre nossos nove (9) anos de dificuldades é que...
Para facilitar a sua observação e, por conseguinte, a sua compreensão, traremos novamente o nosso "conteúdo bloqueado", referente ao "algoritmo". Portanto, escute quantas vezes forem necessárias e observe bem os detalhes da imagem. E acredite, você não precisará de mais nada além disso!
CONTEÚDO PROTEGIDO !
Agora finalmente, vamos para além do "ano zero", para nossos dias, juntamente com nossa última evidência!
Sim, aqui estamos, finalmente, depois do "ano zero"!
Portanto, devido às circunstâncias, precisamos ser responsáveis, práticos e objetivos. Assim sendo, vamos direto ao ponto:
Sim, esta imagem não vem de um museu, nem foi concebida há milênios, mas de mãos modernas, criadas pela nossa geração. Uma geração que, se realmente desejar, poderá entender tudo o que estamos tentando humildemente apresentar neste trabalho, que não é apenas nosso, mas de todos, pois nossa história como civilização nunca foi e nunca será tecida por "apenas um"!
Sim, este sempre foi e sempre será o nosso maior objetivo quando decidimos retornar, por três vezes, e continuar com este trabalho até chegarmos a este ponto, desta divulgação!
Portanto, senhoras e senhores... façam suas escolhas, pois este é o momento. Este é o nosso momento, o "momento certo", afinal, não estamos sozinhos e o relógio definitivamente está correndo!
Apenas reflitam sobre isso!
Foto crédito: Our records - Griffith Observatory - Los Angeles - USA - 2017.
Referência: Griffith Observatory (Los Angeles).
Portanto, com a esperança de termos apresentado o máximo de informações possíveis sobre esta "Pesquisa", algo que começou em 2004, sem qualquer compromisso formal, mas que se tornou, sem dúvida, muito importante para nós, e esperamos que para todos vocês... agradecemos!
E pedimos que aguardem por novas atualizações e pela possibilidade de lançarmos o nosso "Livro de Pesquisa", onde, certamente, tudo será amplamente "revelado".
Nosso muito obrigado!
E pedimos nossas sinceras desculpas, caso algo aqui tenha desagradado, pois nossa intenção é, de fato, a melhor possível!
Até breve!




